Interpretações do Brasil: Conciliação e/ou Fisiologia — Cidadania

No livro Conciliação e Reforma no Brasil, José Honório Rodrigues defende uma tese: o segredo de como fizemos e continuamos a fazer nossa história, ou seja, a chave para entender-nos, é a conciliação. Não se deve, contudo, confundir sempre conciliação com conformismo. Às massas populares o País deve a integridade territorial, a unidade linguística, a […]

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Elite Brasileira não assimilou a Entrada do Povo na Vida Política

Cidadania & Cultura

Gostei do artigo de JOSÉ MURILO DE CARVALHO, 77, cientista político e historiador, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências, autor de “Cidadania no Brasil, o Longo Caminho” (Civilização Brasileira), publicado na Ilustríssima (FSP, 28/05/17).

“Mirar o passado para entender o presente é complicado, pois a história não se repete nem como tragédia, nem como farsa; assemelha-se mais ao rio de Heráclito, em que não se pode entrar duas vezes. No entanto, há sem dúvida continuidades que justificam o exercício.

A crise atual, em sua dimensão política, foi deslanchada pela substituição do chefe de Estado sem a intervenção de eleições. Não que se trate de novidade entre nós. Desde 1930, por dentro da Constituição ou à revelia dela, tem sido frequente esse tipo de substituição.

Antes, houve a estabilidade imperial e a da Primeira República:

  • uma foi garantida…

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1889: Proclamação da República no Brasil — Cidadania

Laurentino Gomes completou sua trilogia sobre anos-chave com “1889: como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a proclamação da República no Brasil” ( São Paulo: Globo, 2013). Em sua Introdução, afirma: “O propósito deste livro é oferecer uma modesta contribuição neste ambiente de transformação […]

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Triste fim da imprensa? O embate entre Lula e Moro “em revista”

Blog da Boitempo

Por Rosane Borges.

Que crise? Que jornalismo?

A partir da reelaboração de um verso de autoria de seu conterrâneo, o poeta peruano César Vallejo, Mario Vargas Llosa passou boa parte de sua vida preso a ideia de que “ler um bom jornal é a melhor maneira de começar o dia”. Essa prática costumeira do Prêmio Nobel de Literatura foi abalada recentemente quando esteve por quase uma semana em Salzburgo, Áustria, aonde a imprensa hispano falante não chega.

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Leituras de Marx no Brasil

Blog da Boitempo

A Boitempo acaba de lançar Nós que amávamos tanto ‘O capital’: leituras de Marx no Brasil, um livraço escrito por Roberto Schwarz, José Arthur Giannotti, Emir Sader e João Quartim de Moraes, refletindo sobre os célebres “Seminários Marx” dos anos 60-70 no Brasil. Com apresentação de Sofia Manzano e quarta-capa de Michael Löwy, o livro chega às prateleiras brasileiras por apenas R$23. Confira, abaixo, o texto de orelha do livro, escrito por Lidiane S. Rodrigues.

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Por Lidiane S. Rodrigues.

Alguém em sã consciência ignora que a leitura tem uma história e toma formas sociais diversas? Não. E, no entanto, o trabalho de organização social dos leitores tem sido subestimado pelos interessados no destino da obra de Karl Marx. O livro Nós que amávamos tanto ‘O capital’ é um documento inestimável para se constatar a relevância da forma e da vida social de…

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Ministra do TST diz que reforma trabalhista permite trabalho escravo | Cultura | DW.COM | 14.05.2017

http://m.dw.com/pt-br/ministra-do-tst-diz-que-reforma-trabalhista-permite-trabalho-escravo/a-38835393

Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães: os USA imiscuídos na política brasileira

Leonardo Boff

Samuel Pinheiro Guimarães é um dos nossos mais conceituados diplomatas brasileiros. Ocupou vários cargos no Itamaraty, especialmente o de Secretário Geral e Ministro para Assuntos Estratégicos. Por sua experiência é um dos melhores conhecedores dos cenários econômicos e políticos mundiais e sua relação para com o Brasil. Como estamos numa espécie de voo cego, sem saber exatamente para onde estamos indo, é bom ouvir, como orientação, a voz de um ator altamente qualificado como este diplomata. Esta matéria resulta de uma entrevista dada à Carta Capital de 27 de março de 2017, entrevista dada por e-mail: Lboff

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Como o Senhor definiria a passagem de José Serra pelo Itamaraty e avaliaria seu pedido de demissão?

SPG: A passagem de José Serra poderia ser definida como desastrosa.

Revelou um notável despreparo para o exercício da missão de Chanceler. Seus pronunciamentos, seu desconhecimento de temas triviais, suas tentativas de rever princípios da…

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Educação em tempos de “pós-verdade”

Blog da Boitempo

posverdade-dunker

Por Christian Ingo Lenz Dunker.

Nos anos 1990, Woody Allen dizia que a realidade podia ser horrível, mas ainda era o único lugar onde se poderia comer um bife decente. Na entrada para os anos 2000, Cypher, o personagem do filme Matrix que decide voltar para o mundo da ilusão, declara: “a ignorância é uma benção”. Portanto, não devíamos nos assustar quando a Oxford Dictionaries (departamento da universidade de Oxford responsável pela elaboração de dicionários) anuncia o termo “pós-verdade” como sendo a palavra do ano de 2016.

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Coluna do Renato Follador – A reforma vai piorar tua velhice

Gente, eu tenho recebido centenas de e-mails perguntando sobre a reforma da previdência. Por incrível que pareça, muitos ainda não acreditam, ou pior, acham que as aposentadorias vão melhorar.

Trabalho há 30 anos com previdência social, pública ou privada. Nunca, eu disse nunca vi uma reforma que tivesse como objetivo melhorar aposentadoria ou diminuir contribuição.

O que de melhor se pode fazer é tentar garantir recursos para honrar as aposentadorias atuais, como fizemos aqui na Paranaprevidência, trabalho desvirtuado pelos governos posteriores ao da sua criação.

A reforma que vem aí vai exigir trabalhar mais para ter uma aposentadoria menor. Ou seja, o trabalhador perde duas vezes.

Estou tentando sensibilizar o governo federal a fazer algo não tão radical, até porque, tecnicamente, a reforma proposta não se sustenta.

Como resultado de anos de desleixo com nossa previdência, o INSS, que já pagou 20 salários de aposentadoria inicial, hoje paga 5,9 e…

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Resumo do Livro – A Meta

Lean Construction na Prática - Gestão na Construção Civil


A Meta é um Best-seller consagrado, com mais de 2 milhões de exemplares vendidos no mundo e traduzido em mais de 20 idiomas, o livro, adquirido pelo grande público e homens de negócios, foi adotado por mais de 200 faculdades. Escrito em forma de romance, o autor trata dos princípios de funcionamento de uma indústria, questionando o porquê de ela funcionar de determinada forma e como seria possível solucionar os problemas de empresas que estão com atrasos na produção e baixa receita. Com resultados alcançados na prática, o processo de melhoria contínua desenvolvido por Goldratt pode ser aplicado em outras organizações, como bancos, hospitais, seguradoras, e até no ambiente familiar.

Este livro apresentou ao mundo o conceito da Teoria das Restrições (Theory of Constraints) e os passos para implementação em um sistema de produção desbalanceado e com pouca rentabilidade.

Titulo Original: The Goal: a process of ongoing improvement

Título Traduzido:

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