Arquivos Mensais: maio \31\UTC 2017

Interpretações do Brasil: Conciliação e/ou Fisiologia — Cidadania

No livro Conciliação e Reforma no Brasil, José Honório Rodrigues defende uma tese: o segredo de como fizemos e continuamos a fazer nossa história, ou seja, a chave para entender-nos, é a conciliação. Não se deve, contudo, confundir sempre conciliação com conformismo. Às massas populares o País deve a integridade territorial, a unidade linguística, a […]

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Elite Brasileira não assimilou a Entrada do Povo na Vida Política

Cidadania & Cultura

Gostei do artigo de JOSÉ MURILO DE CARVALHO, 77, cientista político e historiador, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências, autor de “Cidadania no Brasil, o Longo Caminho” (Civilização Brasileira), publicado na Ilustríssima (FSP, 28/05/17).

“Mirar o passado para entender o presente é complicado, pois a história não se repete nem como tragédia, nem como farsa; assemelha-se mais ao rio de Heráclito, em que não se pode entrar duas vezes. No entanto, há sem dúvida continuidades que justificam o exercício.

A crise atual, em sua dimensão política, foi deslanchada pela substituição do chefe de Estado sem a intervenção de eleições. Não que se trate de novidade entre nós. Desde 1930, por dentro da Constituição ou à revelia dela, tem sido frequente esse tipo de substituição.

Antes, houve a estabilidade imperial e a da Primeira República:

  • uma foi garantida…

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1889: Proclamação da República no Brasil — Cidadania

Laurentino Gomes completou sua trilogia sobre anos-chave com “1889: como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a proclamação da República no Brasil” ( São Paulo: Globo, 2013). Em sua Introdução, afirma: “O propósito deste livro é oferecer uma modesta contribuição neste ambiente de transformação […]

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Triste fim da imprensa? O embate entre Lula e Moro “em revista”

Blog da Boitempo

Por Rosane Borges.

Que crise? Que jornalismo?

A partir da reelaboração de um verso de autoria de seu conterrâneo, o poeta peruano César Vallejo, Mario Vargas Llosa passou boa parte de sua vida preso a ideia de que “ler um bom jornal é a melhor maneira de começar o dia”. Essa prática costumeira do Prêmio Nobel de Literatura foi abalada recentemente quando esteve por quase uma semana em Salzburgo, Áustria, aonde a imprensa hispano falante não chega.

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Leituras de Marx no Brasil

Blog da Boitempo

A Boitempo acaba de lançar Nós que amávamos tanto ‘O capital’: leituras de Marx no Brasil, um livraço escrito por Roberto Schwarz, José Arthur Giannotti, Emir Sader e João Quartim de Moraes, refletindo sobre os célebres “Seminários Marx” dos anos 60-70 no Brasil. Com apresentação de Sofia Manzano e quarta-capa de Michael Löwy, o livro chega às prateleiras brasileiras por apenas R$23. Confira, abaixo, o texto de orelha do livro, escrito por Lidiane S. Rodrigues.

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Por Lidiane S. Rodrigues.

Alguém em sã consciência ignora que a leitura tem uma história e toma formas sociais diversas? Não. E, no entanto, o trabalho de organização social dos leitores tem sido subestimado pelos interessados no destino da obra de Karl Marx. O livro Nós que amávamos tanto ‘O capital’ é um documento inestimável para se constatar a relevância da forma e da vida social de…

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Ministra do TST diz que reforma trabalhista permite trabalho escravo | Cultura | DW.COM | 14.05.2017

http://m.dw.com/pt-br/ministra-do-tst-diz-que-reforma-trabalhista-permite-trabalho-escravo/a-38835393